Kilamba24horas

Administrador do Kilamba Hélio Aragão perde em tribunal processo de ocupação de terrenos

 Administrador do Kilamba Hélio Aragão perde em tribunal processo de ocupação de terrenos

A 2ª Secção da Sala do Cível do Tribunal de Comarca de Luanda voltou a emitir uma providência cautelar de restituição de posse de terreno contra o Administrador do Distrito Urbano do Kilamba, Hélio Aragão, que é recorrente nas práticas de ocupação ilegal de terrenos, na Centralidade do Kilamba.

O Juiz Paulino Cândido da 2ª Secção da Sala do Cível do Tribunal da Comarca de Luanda mandou emitir uma providência cautelar de restituição de posse de terreno a favor do cidadão Jorge Joaquim, proprietário de uma parcela de terra na Centralidade do Kilamba, que o Administrador do Distrito Urbano do Kilamba, Hélio Aragão, vem tentando usurpar. No mesmo processo n°14/24-F, notifica a Administração do Distrito Urbano do Kilamba na pessoa do próprio Administrador para se abster da prática recorrente de tentativa de ocupação ilegal de terrenos de privados.

O Folha 8 sabe que a 24 de Julho de 2023, o Administrador do Distrito Urbano do Kilamba, Hélio Aragão, recebeu, pelas mesmas práticas uma providencia cautelar de restituição de posse de um terreno localizado nas imediações do Quarteirão C, onde o governante já havia construído uma Infra-estrutura designada “Placa dos Cotas”, no terreno de uma empresa privada que depois da intervenção desfavorável do Tribunal de Comarca de Luanda contra o Administrador, foi derrubada, e o terreno entregue aos legítimos donos que moveram uma queixa crime contra Hélio Aragão, apresentando toda a documentação verdadeira em tribunal.

Antes de assumir as funções de Administrador do Distrito Urbano do Kilamba, a 5 de Janeiro de 2023, Hélio Aragão, exercia as funções no Distrito Urbano do Benfica, município de Belas, onde também era recorrente nas práticas de ocupação ilegal de terrenos.

“Não falta muito esse amigo do Governador Provincial de Luanda, Manuel Homem, vai ver o sol nascer aos quadradinhos”, prognosticam cidadãos conhecedores destas práticas.