Moradores do edifício A1, na Centralidade do Kilamba, manifestaram preocupação com o funcionamento de um posto de venda de água instalado no rés-do-chão do prédio, alegando impactos negativos no abastecimento doméstico.
De acordo com os residentes, os problemas começaram após a instalação da empresa Pecacilia Venda de Água, que opera com equipamentos de grande capacidade para sucção de água.
“Desde que começaram a actividade, temos dificuldades até para usar a máquina de lavar roupa”, relatou um morador, apontando para a possível redução da pressão ou disponibilidade de água nos apartamentos.
A situação levanta dúvidas entre os munícipes quanto à legalidade e adequação deste tipo de actividade em edifícios residenciais, sobretudo quando envolve consumo intensivo de recursos como a água.
Os moradores questionam se empresas de venda de água purificada devem operar em prédios habitacionais, alertando para possíveis conflitos entre actividades comerciais e o bem-estar dos residentes.
O caso surge num contexto mais amplo de preocupações no município do Kilamba, onde têm sido denunciadas irregularidades no funcionamento de alguns estabelecimentos em zonas residenciais.
Os residentes apelam à intervenção da Administração Municipal e das entidades competentes para averiguar a situação, avaliar o impacto da actividade e garantir que os direitos dos moradores não sejam prejudicados.
