O Serviço de Investigação Criminal (SIC) admitiu a ocorrência do crescimento da criminalidade na Centralidade do Kilamba, onde explica que há uma considerável separação de tempo entre as ocorrências.
“Os crimes ocorrem de forma esporádica. Não é, necessariamente, que todos os dias as casas sejam assaltadas. Isso não é verdade. O que pode ocorrer é que uma pessoa sofre um assalto hoje, passa um largo tempo, uma outra pessoa sofre um outro”, esclareceu o porta-voz do SIC-Geral, Manuel Halaiwa, que promete avançar mais dados nos próximos anos.
O oficial de investigação criminal acrescentou que as ocorrências são, também, resultantes de certas vulnerabilidades, que alguns edifícios apresentam, além de, nalguns casos, haver proximidade dos meliantes em relação às vítimas.
