Os moradores do Quarteirão K, na Centralidade do Kilamba, expressaram sua preocupação com a crescente onda de assaltos que tem atormentado a região. Em conversa com os jornalistas do KILAMBA 24 HORAS, os residentes relataram um episódio recente que agravou o clima de insegurança: dois homens em uma moto assaltaram um vizinho, subtraindo todos os seus pertences, enquanto ele retornava para casa.
A vítima, que preferiu não se identificar, revelou que o assalto aconteceu em plena luz do dia, aumentando o temor dos moradores de que os criminosos estejam se tornando mais ousados. “Não sabemos mais a quem recorrer. A sensação de insegurança é constante, e não vemos medidas efetivas para resolver o problema”, desabafou uma moradora local.
Os relatos de violência não são novidade na Centralidade do Kilamba. No ano passado, situações semelhantes ocorreram em outros quarteirões, incluindo assaltos frequentes nas paragens de táxi e nos arredores de escolas. Apesar de várias denúncias feitas à polícia, os moradores afirmam que a presença policial é insuficiente para coibir a ação de criminosos.
Além dos assaltos protagonizados por motoqueiros, outra preocupação comum é a falta de iluminação pública em algumas áreas do quarteirão, que facilita a atuação dos bandidos durante a noite. “A iluminação precária é um convite aos assaltantes. Enquanto não houver melhorias nesse quesito, ficaremos vulneráveis”, afirmou outro residente.
Os habitantes do Quarteirão K e de outras zonas da Centralidade do Kilamba apelam por mais patrulhamento policial, iluminação pública adequada e a implementação de políticas de segurança comunitária. “Queremos ações concretas, como rondas noturnas e câmaras de vigilância. Precisamos de segurança para viver com tranquilidade”, concluiu um dos moradores entrevistados.
Enquanto aguardam respostas das autoridades competentes, os residentes organizam grupos de vigília para tentar mitigar os riscos e proteger suas famílias. A insegurança crescente na região continua sendo um desafio para a administração local e para as forças de segurança.