A crescente desordem urbana na Centralidade do Kilamba tem sido motivo de preocupação e indignação por parte dos seus moradores. Em múltiplas denúncias recebidas nos últimos dias, os residentes alertam para um cenário de desorganização que compromete o bem-estar, a segurança e a qualidade de vida no território.
Segundo os relatos, o ambiente tem-se deteriorado com a presença constante de ruídos, como apitos, buzinas e músicas em alto volume, dificultando o descanso e a convivência harmoniosa entre os moradores. Além disso, há movimentação desordenada de pessoas estranhas, o que gera insegurança na comunidade.
Outros problemas apontados incluem:
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Degradação dos jardins por moradores e trabalhadores que pisam nas áreas verdes;
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Estendais de roupas e fogareiros instalados nos jardins públicos;
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Motoqueiros e lavadores de carros agindo de forma desorganizada em diversas zonas;
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Contentores de lixo vandalizados e lixo espalhado, contribuindo para o mau cheiro e poluição;
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Obras privadas realizadas sem autorização da Administração;
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Moradores que não pagam quotas de condomínio, gerando desequilíbrio na gestão coletiva;
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Inquilinos suspeitos e comportamentos abusivos, além de pessoas sentadas na via pública o dia todo, dando um ar de abandono ao espaço;
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Estacionamento caótico, muitas vezes sobre passeios e zonas verdes.
A comunidade questiona se as autoridades locais e os órgãos de fiscalização estão atentos à situação. “Será que estamos no bom caminho?”, indaga um dos moradores em mensagem partilhada num dos grupos comunitários.
Diante dos relatos, cresce a expectativa por intervenções urgentes da Administração Municipal de Belas, da Polícia Nacional e das empresas gestoras da centralidade, com vista à reposição da ordem, respeito pelas normas de convivência e melhoria das condições de vida no Kilamba.
