As centralidades do Capari, KM 44, Zango 8.000, Vida Pacífica, Kilamba, Sequele, Marconi e do Kalawenda, todas da região de Luanda, devem à Empresa Pública de Águas de Luanda (EPAL) mais de dois mil milhões de kwanzas. Informou o Novo Jornal, que afirma ter confirmação documental da empresa.
A Centralidade do Kilamba lidera a lista de dívidas com mais de 1,1 mil milhões de kwanzas por pagar, seguida da Centralidade do Sequele, que deve mais de 560 milhões de kwanzas, a Centralidade da Vida Pacífica ocupa o terceiro lugar da lista dos devedores, com mais de 120 milhões de kwanzas, logo depois vem a Centralidade do Zango 8.000, com a dívida estimada em 86, 3 milhões de kz, a centralidade do Capari, que, apesar de pertencer ao Bengo, todo o sistema operativo ainda é feito a partir de Luanda, daí a sua inclusão na região, tem uma dívida acumulada de 80 milhões de kwanzas.
A Centralidade do KM 44 tem uma dívida na ordem dos 28 milhões de kwanzas, a Centralidade do Kalawenda deve à EPAL oito milhões de kwanzas e por último está a Centralidade da Marconi, com a dívida estimada em cinco milhões de kwanzas.
Segundo o director do gabinete de comunicação institucional da EPAL, Vladimir Bernardo, a dívida das centralidades preocupa a empresa, uma vez que os moradores das mesmas são os que mais reclamam quando há falta de água e esclareceu que os clientes com dívidas avultadas podem pagar por parcelas mediante um acordo de pagamento com a empresa.
