Os moradores da Centralidade do Kilamba, particularmente aqueles que vivem ao longo da Avenida Comandante Pedalé, têm solicitado com urgência a desobstrução dos colectores da área, destacando a recorrente acumulação de águas residuais como um problema grave que afeta o seu dia-a-dia. O KILAMBA 24 HORAS ouviu várias queixas de residentes que relatam a dificuldade em circular pela avenida, principalmente em dias de chuva, quando a situação se agrava ainda mais.
Ana Fonseca, uma das moradoras, expressou sua frustração: “A situação está cada vez pior, e já se tornou impossível caminhar ou dirigir nesta zona. Precisamos de uma solução rápida, porque os maus cheiros e a água parada estão a afetar a nossa saúde e o nosso bem-estar”. Além disso, José Manuel, residente no Quarteirão M, acrescentou: “Nós vemos as intervenções em outras áreas, mas a Avenida Comandante Pedalé continua esquecida. É preciso que a Administração olhe também para aqui, pois estamos com sérios problemas de drenagem.”
Maria Antónia, outra moradora, falou sobre as dificuldades diárias: “Este problema tem impacto direto na nossa rotina. Até as crianças têm dificuldade em chegar à escola em dias de chuva por conta das águas paradas nas ruas. Pedimos à Administração que olhe para o nosso bairro com a mesma atenção que têm dado a outros quarteirões.”
As reclamações são recorrentes em várias áreas da Centralidade, como já noticiado anteriormente, e destacam a urgência de medidas de saneamento contínuas e efetivas. Recentemente, as autoridades têm feito esforços em vários pontos da Centralidade, como no Quarteirão R, onde os trabalhos de desobstrução estão em curso. No entanto, os moradores da Avenida Comandante Pedalé pedem que essas iniciativas sejam ampliadas para resolver os problemas críticos de escoamento de águas residuais em toda a área.
