A proposta de divisão político-administrativa de Luanda, que prevê a divisão da capital em duas provinciais, tem encontrado forte oposição entre os moradores do Centralidade do Kilamba. Segundo relatos colhidos pelos jornalistas do KILAMBA 24 HORAS, muitos cidadãos acreditam que a ideia não trará melhorias concretas para suas vidas e criticam a iniciativa.
João Silva, morador do P23, expressou sua indignação: “Essa divisão não vai resolver nossos problemas. O governo deveria focar em baixar os preços da cesta básica e melhorar os transportes públicos. Dividir a província só vai criar mais confusão.”
Marta Fernandes, moradora também da Centralidade, compartilhou uma visão semelhante: “O governo precisa parar de criar leis inúteis e se concentrar em questões reais que afetam a nossa vida diária. Nós precisamos de segurança, saúde e educação de qualidade, não de mais divisões administrativas.”
Carlos Mário, também do Kilamba, foi enfático: “Essa proposta é péssima. Em vez de dividir territórios, o governo deveria melhorar a infraestrutura e fornecer transporte adequado para os cidadãos.”
Ana Paula, que reside do Bairro 5 Fios, destacou a necessidade de políticas públicas mais eficazes: “O governo deveria estar mais preocupado em criar empregos e melhorar a qualidade de vida dos cidadãos. Dividir Luanda não vai trazer os benefícios que precisamos.”
Maria dos Santos, do distrito de Ramiros, completou: “A proposta de divisão é um desperdício de recursos. Precisamos de investimentos em áreas essenciais como saúde e educação, não em novas divisões territoriais.”
Os moradores de Belas, incluindo diversas áreas como Centralidade do Kilamba, Talatona, Benfica e Ramiros, estão unidos em sua oposição à divisão proposta. Eles pedem que os governantes concentrem seus esforços em resolver os problemas reais que afetam a população, como a alta dos preços dos alimentos, a falta de transporte público eficiente e a melhoria dos serviços básicos.
