O Administrador do Distrito Urbano do Kilamba, Hélio Aragão, está sendo acusado de violar o Contrato de Concessão e Exploração de Espaço Público N. 20/ADM.DUK/2017, proibindo a cidadã Domingas Mateus Ngola de gerir a Feira do Kilamba.
Segundo as denúncias que chegaram a redacção do KILAMBA 24 HORAS, em sua defesa, o Administrador diz que “a extinção da Feira do Kilamba é com base num docuemnto proveniente do Gabinente do Presidente da República”, sendo que os contratos entre os gestores da Feira com os antigos administradores do Kilamba “deixaram de produzir quaisquer efeitos jurídicos por alegadamente haver incumprimento de partes do contrato”, algo que os feirantes dizems er mentira.
“Na semana passada, a nossa feira pegou fogo, num momento em que o Governador de Luanda visitaria o espaço. O Corpo de Protecção Civil e Bombeiros do Kilamba não pode ir extinguir o fogo porque alegaram não ter carro. O próprio Administrador nunca se pronunciou sobre o tal incêndio, que até está mesmo ao pé da Administração onde ele trabalha, mas finge que não viu nada”, disse a cidadã implicada, acrescentando ainda que na última Sexta-Feira, 26, Hélio Aragão esteve na feira com um aprto policial e militar, fazendo marcações e destruindo toda a instrutura da Feira.
Em tom repulsivo, Domingas Ngola salienta que desde o princípio do mês de Abril, funcionários da Administração do Kilamba, supostamente a mando do Administrador, têm interferido na gestão da Feira do Kilamba, embargando quiosques e protegendo feirantes que não pagam as suas cotas, acções que não são da sua competência, e que também estão a fazer nascer movimentos para a criação de um sindicato, de modo a defender os feirantes que se recusarem a pagar as cotas que foram acoradados antes do início da actividade.
Pelo que foi informado aos nossos jornalistas, pela cidadã, a Feira do Kilamba tinha cerca de 140 quisoques e empregava mais de 100 pessoas, sendo que com extinção da mesma, os mesmos perdem os seus empregos.
De informar que o KILAMBA 24 HORAS vai seguir de perto toda esta situação.
